Amélia Novo

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

A reforma tem sido como imaginei: tempo para mim, família, lazer, cultura e para os outros. Essas áreas são essenciais para a realização pessoal e a saúde.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

Hoje desfruto da tranquilidade de escolher o que faço, participo em eventos culturais e dedico-me ao voluntariado, vivendo o presente.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

Ao alargar horizontes, aumentam também as relações e descobertas.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

Cultura, viagens e voluntariado estimulam o cérebro, promovem tolerância e mantêm vitalidade.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

A reforma é uma ponte: novos horizontes só se conquistam sem medo do vazio, confiando nas próprias capacidades.

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