De 3 a 5 de outubro, quarenta associados da AREP participaram num passeio de três dias pela Galiza, marcado por um ambiente de convívio, descoberta cultural e momentos de grande animação.
A viagem começou com as habituais paragens técnicas e um almoço em Vila Nova de Cerveira, seguindo depois rumo ao município de A Guarda, onde o grupo visitou o Castro de Santa Trega, situado a 341 metros de altitude. Daí partiram para Baiona, com passagem pela imponente Fortaleza de Monte do Boi, um marco histórico que outrora protegeu as Rias Baixas durante a Idade Média.
O segundo dia teve início com um percurso pelas encantadoras ruas de Combarro, considerada a vila costeira mais bonita da Galiza. O grupo continuou pela costa até Moreiras, onde visitou o Museu Etnográfico das Salgadeiras e a Antiga Salgadeira de Moreiras, testemunhos vivos da antiga atividade piscatória da região.A manhã terminou na Ilha da Toxa, com visita à igreja e à loja da antiga Fábrica de Sabonetes.
Seguiu-se um cruzeiro pelas Rias Baixas, durante o qual foi possível conhecer de perto a cultura dos mexilhões, ostras e vieiras, culminando num animado almoço a bordo. À tarde, o grupo participou na Festa do Marisco de O Grove, uma celebração popular do marisco e da cultura galega, com degustações, música tradicional e os icónicos gaiteiros e cabeçudos de Gogue.
O último dia levou os participantes a Santiago de Compostela, onde realizaram uma visita guiada ao centro histórico, incluindo entrada na Catedral, que acolhe o túmulo do apóstolo Santiago Maior, padroeiro de Espanha.A viagem de regresso incluiu ainda uma paragem em Valença, para o almoço, encerrando com chave de ouro uma jornada que conjugou cultura, lazer e a alegria do reencontro entre associados.
“Foi uma viagem plena de alegria, cultura e boa disposição, onde cada paragem trouxe novas descobertas e momentos de genuína convivência entre amigos”, destacou Noel Camoesas, um dos participantes, e autor do relato.
Mais do que um simples passeio, esta foi uma experiência de partilha, amizade e valorização do património cultural ibérico — uma tradição que a AREP orgulhosamente mantém viva entre os seus membros.

