Carlos Vaz
Área do controle de gestão
Nos caminhos do gesto…a paixão pela Arte.
Carlos José Andrade Vaz, Carlos Vaz na vida profissional e Cazé para os amigos e para sempre, é um benfiquista ferrenho (daqueles que fica perturbado com os desaires do clube, mas …não bate na mulher!), um orgulhoso alfacinha nascido em 1957, um bom garfo e reconhecido cozinheiro, ostentando um bigode de pontas reviradas, que é a sua imagem de marca. Do casamento com a mulher com quem namora há perto de 45 anos tem um casal de filhos e reside em Carnide.
Fez o ensino secundário no Liceu Pedro Nunes e em vez de seguir Arquitetura – de que tanto gostava (e que o continua a apaixonar), mas a Física era nuclear e … “não dava!” – a opção foi o curso de Gestão, no ISE. A vida profissional iniciou-se nos finais de 81, em auditoria, experiência que veio a revelar-se fundamental na sua entrada na EDP (holding), em 1987, para a área do controle de gestão, função que esteve sempre presente no seu percurso até à sua retirada do ativo, em fevereiro de 2018: primeiro no “Órgão Central de Planeamento” e depois no “Órgão Central de Contabilidade e Orçamento”, tendo aqui chegado a responsável pelo departamento de Orçamento; em 1997, abraçou o desafio da regulação, tendo integrado a equipa inicial da ERSE, entidade onde foi responsável pelo controlo de custos das empresas reguladas e onde permaneceu até ao início de 2009, data em que regressou à EDP para a Direção de Regulação e Concorrência, até à sua saída há um ano.
O gosto pelo pedestrianismo (que mantém, mas agora numa vertente mais citadina), fê-lo participar no projeto editorial “Itinerante”, entretanto terminado, contribuindo na temática do lazer. No entanto, a paixão pela arte nunca o abandonou, tendo estado sempre presente durante a sua vida profissional (que o digam os colegas que com ele privaram em reuniões, com os seus desenhos…), só que de um modo muito superficial. De facto, é com o regresso à EDP e com o ingresso nas aulas de pintura ministradas no Clube de Pessoal, em 2012, que essa aptidão se materializa de forma marcante, e para a qual o Prof. José Fernando muito contou. O que é um facto, é que nestes poucos anos de prática, a evolução tem sido notória, podendose mesmo afirmar que já passou por diversas fases, estando bem patente nas duas exposições individuais realizadas (LuzNUfeminino e Caminhos do Gesto).
Neste momento, está numa fase de consolidação de um estilo próprio para a sua pintura.
